A liderança
é construída ao longo dos anos por meio de pessoas capacitadas, treinadas,
motivadas e felizes, cujas relações têm como base a confiança mútua. Ela
pressupõe atingir metas
em equipe, de modo assertivo, eficiente e eficaz. Como as pessoas são a parte
mais importante do processo, o líder deve investir uma parte substancial de seu
tempo no desenvolvimento delas. Neste contexto os recursos humanos apresentam
um papel fundamental na liderança. Assim,
onde ele funciona adequadamente, serão necessários alguns para que os primeiros
valores bem recrutados e treinados atinjam um nível gerencial elevado. A
questão é que o programa de aprendizado é lento, pois assim como existem
pessoas susceptíveis, há outras resistentes e ainda aquelas que jamais aceitarão
as mudanças. No entanto, a maioria delas adere ao processo de mudança tornando
o ambiente de trabalho mais humano. A liderança deve ser uma posição
institucional e não pessoal, ou seja, ela não pode ser dependente do carisma do
líder, ela deve estar arraigada na cultura organizacional, onde os processos
são geridos de forma natural, transparente, justa e ética em todos os níveis. Quando
ela está centrada no líder, a organização corre o risco de perder ambos.
Ninguém nasce líder. Ocorre que naturalmente, algumas pessoas possuem uma maior
capacidade para liderar. A Liderança é situacional, pode e deve ser
desenvolvida ao longo do tempo, por meio de treinamento e pela própria
experiência adquirida no convívio diário. Liderar é interagir com as pessoas,
trocar ideias, opiniões, negociar, ceder. É agregar e motivar a equipe, em
busca de um objetivo comum. É saber lidar com conflitos e tensões.
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